Majal-San (post.)
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Tu não abateste ainda a íntima sofreguidão habitante “do meu coração”.
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" Viva a Poesia! "
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
TUDO PASSA
O fruto está distante dos meus dedos
O aroma às vezes próximo demais
Tenho que me afastar dos meus medos
Seguir em frente e não olhar pra trás
A polpa está distante do meu palato
O aroma às vezes próximo demais
Tenho que controlar a visão e o tato
Seguir em frente e não olhar pra trás
O suco está distante da minha sede
O aroma às vezes próximo demais
Tenho que desarmar a minha rede
Partir e esquecer o que ficou pra trás.
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