Eu grito! Tu gritas!
Tu tens a verdade.
O que falo questionas,
O que gritas “tenho que ouvir”,
O que questiono tens que retrucar.
Eu calo! Tu gritas!
Tu tens a verdade.
O que silencio adivinhas,
O que pronuncias “ tenho que aceitar”,
O que adivinho tens que negar.
Majal-San (post.)
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Na parede, a pintura ainda imaginária, Manifesta o futuro ato inexplicável, E escarnece essa minha ação hilária... Causando reação afável ...
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M esmo se o enfático tormento A dicione aos meus olhos opacos R anzinzas sentimentos tantos C entralizarei em ti essa visão única, U...
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Rio do meu retorno... Nas águas do temporal eu rio. Esperou por ti o tempo Em tempestades no covil. Serpentes fizeram o adorn...
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" Viva a Poesia! "

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