Sílabas onomatopaicas
"lapadeiam minha audição"
com piriripompons irritantes
nesse dia-a-dia sem tradução.
De modo eufêmico "expelem"
vens-e-vais obscenos em repetição
comprimindo minhas palavras anti-poéticas
nesse cotidiano sem tradução.
Nádegas lançam-se das telas
"plasmando" o expectador babão
com pompompiris bestificantes
nessa rotina sem tradução.
Majal-San (post.)
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Procuro o solo para pisar... Tento sobreviver! Tento respirar. Oxigênio não há! Quero ver a linda paisagem. Meus olhos se f...
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Rio do meu retorno... Nas águas do temporal eu rio. Esperou por ti o tempo Em tempestades no covil. Serpentes fizeram o adorn...
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Aguardai-me! Estou voltando. Fervorosos beijos em vossas faces Com amor ao chegar colocarei, Assim aguardai-me, estou chegando. Minha p...
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" Viva a Poesia! "
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