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" Viva a Poesia! "
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terça-feira, 6 de novembro de 2018

Beijos sinceros


Kisses! Kisses! Kisses! Kisses!
Assim desejo para ti toda felicidade.
Reais momentos de discernimento,
Os beijos todos em tua face – sublimidade,
Leais ações e bons sentimentos.

Kisses! Kisses! Kisses! Kisses!
A todo instante busque a realidade.
Revigoriza teu viver nesse momento,
Os beijos todos em nossas faces – verdade,
Longe da falsidade, distante do fingimento.


terça-feira, 11 de setembro de 2018

Crua inspiração




Brindo à súbita presença tua.
Ainda sinto o teu aroma,
Rosa bela, cobiçada, nua.
Rara, mas agradável presença tua,
Obstinada, vem a inspiração à tona,
Sinto e amo essa verdade crua.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Horizonte


Lançava meu olhar ao horizonte,
Onduladas imagens me encantavam,
Utópicos murmúrios eu escutava,
Reais momentos me atormentavam,
Diversos conceitos me acalmavam
E nesse horizonte não estavas.
Sem teu olhar meus olhos eu fechava.

Impulso



Meus instintos maliciosos
Arrebentam a divisa
Já tão cobiçada,
Assim, procurando
Límpido teu orgasmo.
 
Saíram meus instintos
Atrevidos e exagerados,
Navegantes espermáticos

Assumiram o comando,
Ultimaram nosso tesão,
Destruíram as barreiras,
Agora me tornaram
Zangão da tua colmeia.



segunda-feira, 27 de julho de 2015

Lágrimas


Lamúrias são consequências
Ocasionais do nosso desencontro.
Ultrapasso meus olhos umedecidos
Reintegrando-me no lugar devido.
Duplico então meu sofrer,
Estabilizando-me distante de ti,
Sem probabilidades de te ver.


sábado, 28 de fevereiro de 2015

Sonho Acordado


Meus olhos nos teus olhos,
O equívoco provocado...
Rindo queres me ouvir,
E teus olhos prendem a minha visão
Nesse teu riso lindo e espontâneo.
Ah! Teus olhos nos meus olhos.

Meu erro é te encarar,
O errôneo fixar de olhos
Revoluciona minha mente fértil.
E a fecunda inspiração me denuncia
Nesses singelos versos quebrados
Acima de qualquer consequência.

Meus olhos fecham-se – durmo.
O sonho suspeito inicia.
Rindo outra vez estás nesse sonho,
E teus olhos presentes e distantes
Nocauteiam esse frágil ébrio corpo
Abaixo de qualquer consequência.



                            

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Deixa



Ladra do meu coração,
Obra-prima de minha mente,
Uísque tragado fora de hora,
Raciocínio sem tino...
Deixa meu senso deduzir,
E espontaneamente admirar
Seus sentidos impercebíveis.


segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Busca minuciosa



Assoviando uma bela canção
Mentindo ao meu próprio coração
Observando um espaço na escuridão
Relembrando uma triste ilusão

Andando nessa longa avenida
Memorizando um soneto e uma frase perdida
Observando e consertando versos da vida
Rebuscando tua triste despedida

Aguardando o teu e o meu despertar
Memorizo e assovio sonetos e canções
O meu sonho é te ver  voltar
Revivermos insaciáveis paixões.



terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Retorno II





Cadê você além do poema?
Aonde vais além da escrita?
Reviverás nos meus traços?
Nascerás outra vez à minha visão?
Estarás novamente em meus versos?
Iludirás outra vez as minhas rimas?
Revolverás novamente os meus rascunhos?
Onde poderei te encontrar?


segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Dentro de mim



Longe posso até
o horizonte não avistar,
um sorriso seu
relevante não escutar,
distante posso não lhe ver
em meus pelos repousar,
sinto, sonho, sou.

Louvo a minha mente,
ostento a tua memória,
ultrapasso o invisível horizonte,
reverencio sem avistar,
desejo sem escutar,
espero minha cabeça em teu seio pousar,
sonho, sinto, sou.


segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Inexpressivo



Louco vou rabiscando novas poesias...

Extravaso meu sentimento em tentativas

Bruscas, ineptas, platônicas – mau êxito.

Atraente e provocante permaneces a me olhar

Sem definição concreta do que se passa

Inefável e silenciosamente em tua mente.

 

Ininterrupta série de elogios à distância

Não me leva aos suaves afagos das tuas mãos,

E o espaço que nos separa: (minha timidez)

Faz com que minha loucura permaneça nítida.

Ágil, meu pensamento me concede uma nova poesia

Visando elogiar a tua beleza e simplicidade.

Eloquente o suficiente um dia eu serei.

Lúcido, o meu sentimento a ti elucidarei.

 
                                     

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Minha Máxima Culpa



Labirinto carrasco de minhas pernas
Interjeições dos “ais” e dos “ahs” que puxam
Nefastas palavras presas em vossa mente
Danificai as correntes do teu pensar
Agora que tudo parece ausente.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Mrs. Darkness (tiquetaques constantes)



Meus escuros momentos trazeM
Assombrações eróticas na madrugadA
Rumores atravessam suspiros de amoR
Infelizmente tu és o fim do meu álibI
Aguento mudo e surdo estridente a palavrA

Corro, paro, corro, caio ao tic taC
Lamentável desse relógio insuportáveL
Alavanco gestos insignificantes de raivA
Rotineira outra madrugada a me atormentaR
Assombração, solidão e a surda palavrA.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

SAUDADES DE VOCÊ

Longe dos teus olhos,
Os meus olhos imploram
Uma imagem súbita, querida.
Risos não constantes, ou eternos,
Desde que sejam por toda vida.
E então serei feliz nesse momento 
Sem a preocupação com contratempos.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Alegnasor asor

Realmente eu estava cego!
O óbvio passeava
Sobriamente à minha frente.
As palavras desapareceram,
Não conseguíamos perceber
Grandes atrações de imediato.
Então, nada melhor que o tempo,
Lá se foi o tempo...
Agora percebo que estou apaixonado.

Reencontrei teu silêncio...
O meu vozeirão comenta poesia.
Simples e naturalmente
A tua declamação me emociona.

                            (Majal-San)
                            25  04  1991

terça-feira, 25 de outubro de 2011

1ºATO

Lúcida, tu me guiaste à retidão.
Oferendas justas e retas adequaste,
Ungiste meus remissíveis pecados...
Reorganizando meus atos me aturaste.
Dividiste alegrias – seguimos fortes.
Evidenciaste felicidade – sigamos fortes!
Suporta esse “traste” e suas cenas sem cortes.

2ºATO

Levantei a cabeça e mergulhei profundo...
Os meus braços e atos guiados por ti,
Um tropeço aqui outro acolá – mundo imundo.
Revitaliza-me mostrando motivos para sorrir,
Dedica teu ombro dando-me o teu apoio leal,
E me conforto de imediato no teu seio
Sendo um figurante feliz nessa peça real.

         

3ºATO

Louco, o coadjuvante rasga o script,
O palco para os seus atos se torna pequeno,
Um beijo ardente, despedida – antídoto e veneno.
Rumo insano ao desconhecido roteiro...
Doidas frases saem em gritos da sua voz insana,
E agora sem sentidos o pequeno ator esbraveja,
Sem sentido essa louca cena o engana.
         

sábado, 8 de outubro de 2011

"Tout est bien qui finit bien"

Tente! Lute! Exija! Avante!
Reanima-te e vais à procura
Infinitamente dessa tal felicidade.
Não te curves, não desistas! Força!
Tenha em mente a possível ventura.
Ainda mereces um bom êxito.

Assim desejo que sejas sempre,
Na mente: a razão, a avaliação,
O resultado. O estigma será passado.
Sorria! “Tudo o que termina bem está bem”.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Lua Linda


Lua, essa Lua sente tua falta.
Imagino essa Lua conosco...
Na penumbra, na noite, na madrugada.
Dentro das nossas mentes
Ainda incomoda esse brilho alheio – eu sei!

Lua, essa Lua bandida e alcoviteira.
Invade minha mente, leva-e-traz de meus atos,
Nababesca à inspiração incômoda,
Derruba orgulho – devasta mágoas.
Ah, estou louco, estou novamente contemplando.

Lua
Inspiração
Noite
Dádiva
Ah, minha Lua ausente.