Majal-San (post.)
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Sai de mim tentação Escorre em minhas lágrimas Esquece minha mente e meu coração Sai de mim de imediato Não suporto essas lásti...
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Se a morte amanhã visitar-me Não quero que você chore, Também não quero ser elogiado; Não diga que são belas minhas poesias, Vo...
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Teus braços quentes Quando me abraçam, Teus braços gelados Quando me recusam, Teus lábios molhados Quando me beijam, Teus l...
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" Viva a Poesia! "
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quarta-feira, 22 de julho de 2020
sábado, 25 de abril de 2020
quarta-feira, 4 de março de 2020
sábado, 15 de fevereiro de 2020
Alheios atos
Esses olhos que espionam
são as setas que persistem.
Esses dedos que apontam,
(cruéis punhais que insistem)
são os mesmos que afrontam
defensores que não resistem.
(Majal-San)
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020
domingo, 19 de janeiro de 2020
segunda-feira, 9 de dezembro de 2019
terça-feira, 22 de outubro de 2019
segunda-feira, 2 de setembro de 2019
segunda-feira, 8 de abril de 2019
domingo, 10 de fevereiro de 2019
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019
Tarde Clara
Texto sereno cai no papel encardido,
Ínfimos versos persistem em mente.
Longínquo ato, talvez perdido,
Vai à busca da rima decente.
Um íntimo invade tão escondido,
Aclara o papel e a tarde inocente.
segunda-feira, 22 de outubro de 2018
“Não temos muito o que conversar”
As
esquinas não se fazem sós,
A
Lua não brilha por si.
A
brisa não refresca por nós,
A
nota que desafina em Mi.
As
curvas não se entortam alheias,
A
ventania atordoa o pó.
Teus
olhos não se retraem – anseias
A
nota que desafina em Dó.
As
vozes não se calam à toa,
A
Poesia permanece de pé.
Teu
sussurro deveras entoa
quarta-feira, 26 de setembro de 2018
sexta-feira, 31 de agosto de 2018
sexta-feira, 24 de agosto de 2018
quarta-feira, 22 de agosto de 2018
domingo, 19 de agosto de 2018
Ineficácia
Há
em minhas palavras ineficientes
A
insistência incômoda que irrita.
Ímpeto
paradoxal em ações pendentes
Transformando
de súbito minha escrita...
Supérfluas
assim essas rimas carentes.
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