Eu te espero ali...
No papel amassado
No papel branco
que tornar-se-á sujo
quando a caneta se derramar
Eu te espero ali...
Na teia na parede
Na cinza no teto
que cairá sobre meu corpo
quando em repouso me encontrar
Eu te espero ali...
Na poesia desamassada
Na brancura da celulose
Na parede úmida
No teto baixo
que cairá tornando-se repouso
para o nosso encontro.
Majal-San (post.)
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" Viva a Poesia! "
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