Êpa! Tome uma Schin
Mas não ofereça a um skinhead,
Provavelmente ele escalpelar-te-á.
Iska, iska, fora, cabeça-de-rola-doida!
Ei! Vista-se de novo!
Voa! Voa! Voa!
Quebra tuas asas...
Skapa! Skapa! Skapa!
Fura! Fora! Rasga! Larga! Pega!
Mas não fite um skinhead,
Seus olhos furam, apedrejam, rompem,
E outras cabeças-de-rola-doida rolam.
Cataplum, rataplá, tum dum,
Negro! Viado! Nordestino de merda!
Viva o Pavilhão Nacional, o Hino Nacional
Do meu Maravilhoso Brasil Varonil - Pou!
Viva a capa com Brazil no mundo!
Viva a política - encapa!
Viva o estilo dos skins nos trilhos - espanca!
Viva a merda nacional! Quebra o pau! Pau-brasil!
Morra a cara com capa de vil-imundo
Morra a mística! - Esparra!
Morra o destino dos pelados rústicos-vestidos
Mas viva a merda universal! E o PAU.
Majal-San (post.)
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" Viva a Poesia! "
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