Teu nome a marreta em minha fronte
Teus olhos os holofotes em minha visão
Tua sede os poros da minha fonte
Tuas idas as pedras do meu chão
Tua voz o martelo no meu dedo
Tuas vindas o heavy metal na minha audição
Meu esperar a epopéia aos meus olhos
Minha desistência as rimas na contramão
Teu perfume a rosa solitária do jardim
Teu silêncio a dúvida em nossas mentes
Meus ais o grito infinito dentro de mim
Meu grito aos meus ais que não sentes.
Majal-San (post.)
-
O voo desse sentimento é rasante O voo desse pensamento é rasteiro O voo desse pressentimento é tiro certeiro O voo desse passate...
-
De olhos vivos Observando o tempo, Inocente ao mundo, Sem saber quais são Os certos ou os errados. Pequenina e indefesa, ...
Visualização de número:
Encontre / Find
" Viva a Poesia! "
Nenhum comentário:
Postar um comentário