Lanço o meu olhar ao horizonte,
Meus olhos não alcançam o infinito;
Teimo em fitar o impossível,
Descortino ao meu redor o esquisito.
Procuro tua imagem na paisagem,
Tudo é possível em minha mente;
Seca, enchente, deserto, verde...
Mas não te vejo entre essa gente.
Observo atentamente da janela
O cinza, o verde, o azul, tantas cores;
Só não vejo tua face que é tão bela
Nem o marrom dos teus olhos sedutores.
Procuro-te na multidão tão colorida,
Não vejo o rosa dos teus lábios, - que maldade!
Diante do espelho (à escondida)
Vejo o vermelho dos meus olhos, - que saudade!
Majal-San (post.)
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" Viva a Poesia! "
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