Quando gritei
O meu silêncio feriu
Os meus atos quebraram
Por tua presença implorei
Um sentimento surgiu
Cacos colaram
Rachando o meu eu.
Quando gritei
Os teus olhos fecharam
As minhas mãos espalharam
O meu toque sumiu
As vozes calaram
O silêncio surgiu
Rachando o meu eu.
Quando gritei
A minha boca vedaram
A minha língua sentiu
O discurso mudaram
Os meus olhos vendaram
A linguagem ruiu
Rachando o meu eu.
Quando calei
Minha intenção criticaram
O teu silêncio imbecil
O meu pó espalharam
Minha ideologia ignoraram
Minha partida foi vil
E era só eu.
Majal-San (post.)
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" Viva a Poesia! "
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