Selinhos artificiais
Em correspondências frias
Um tchau na catedral
A poesia recolhida
Os aborígines dispersos
Da catedral à tua procura
Sem radar
O fim de um sentimento
Da catedral um amor acabado
Para o conforto pedido
O teu chamado perdido
Selinhos molhados
Em lábios paralisados
Um salto da alta torre
A poesia espalhada
Em mentes diversas
Da torre à tua procura
Sem radar
O início de outro sentimento
Na torre o amor acabou
Para o infinito desespero
O teu desprezo é nítido.
Majal-San (post.)
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Sai de mim tentação Escorre em minhas lágrimas Esquece minha mente e meu coração Sai de mim de imediato Não suporto essas lásti...
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Se a morte amanhã visitar-me Não quero que você chore, Também não quero ser elogiado; Não diga que são belas minhas poesias, Vo...
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Teus braços quentes Quando me abraçam, Teus braços gelados Quando me recusam, Teus lábios molhados Quando me beijam, Teus l...
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" Viva a Poesia! "
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