Selinhos artificiais
Em correspondências frias
Um tchau na catedral
A poesia recolhida
Os aborígines dispersos
Da catedral à tua procura
Sem radar
O fim de um sentimento
Da catedral um amor acabado
Para o conforto pedido
O teu chamado perdido
Selinhos molhados
Em lábios paralisados
Um salto da alta torre
A poesia espalhada
Em mentes diversas
Da torre à tua procura
Sem radar
O início de outro sentimento
Na torre o amor acabou
Para o infinito desespero
O teu desprezo é nítido.
Majal-San (post.)
-
Lá vem... A carruagem desgovernada, O indeciso ovni, A nave explosiva, Os ameaçadores raios, A entidade inesperada, O barrigudo ...
-
Aguardai-me! Estou voltando. Fervorosos beijos em vossas faces Com amor ao chegar colocarei, Assim aguardai-me, estou chegando. Minha p...
-
Gostaria tanto de sentar-me Nessa cadeira incompleta E bruscamente sair-me Pelos olhos repletos de dúvidas. Lá de fora, de frente Ob...
Visualização de número:
Encontre / Find
" Viva a Poesia! "
Nenhum comentário:
Postar um comentário