Selinhos artificiais
Em correspondências frias
Um tchau na catedral
A poesia recolhida
Os aborígines dispersos
Da catedral à tua procura
Sem radar
O fim de um sentimento
Da catedral um amor acabado
Para o conforto pedido
O teu chamado perdido
Selinhos molhados
Em lábios paralisados
Um salto da alta torre
A poesia espalhada
Em mentes diversas
Da torre à tua procura
Sem radar
O início de outro sentimento
Na torre o amor acabou
Para o infinito desespero
O teu desprezo é nítido.
Majal-San (post.)
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O voo desse sentimento é rasante O voo desse pensamento é rasteiro O voo desse pressentimento é tiro certeiro O voo desse passate...
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De olhos vivos Observando o tempo, Inocente ao mundo, Sem saber quais são Os certos ou os errados. Pequenina e indefesa, ...
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" Viva a Poesia! "
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