Selinhos artificiais
Em correspondências frias
Um tchau na catedral
A poesia recolhida
Os aborígines dispersos
Da catedral à tua procura
Sem radar
O fim de um sentimento
Da catedral um amor acabado
Para o conforto pedido
O teu chamado perdido
Selinhos molhados
Em lábios paralisados
Um salto da alta torre
A poesia espalhada
Em mentes diversas
Da torre à tua procura
Sem radar
O início de outro sentimento
Na torre o amor acabou
Para o infinito desespero
O teu desprezo é nítido.
Majal-San (post.)
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Procuro o solo para pisar... Tento sobreviver! Tento respirar. Oxigênio não há! Quero ver a linda paisagem. Meus olhos se f...
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Rio do meu retorno... Nas águas do temporal eu rio. Esperou por ti o tempo Em tempestades no covil. Serpentes fizeram o adorn...
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Aguardai-me! Estou voltando. Fervorosos beijos em vossas faces Com amor ao chegar colocarei, Assim aguardai-me, estou chegando. Minha p...
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" Viva a Poesia! "
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