Majal-San (post.)
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Sai de mim tentação Escorre em minhas lágrimas Esquece minha mente e meu coração Sai de mim de imediato Não suporto essas lásti...
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Se a morte amanhã visitar-me Não quero que você chore, Também não quero ser elogiado; Não diga que são belas minhas poesias, Vo...
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A menina de verde Não dá esperanças Ela passa sem tranças A menina magra Não vê ou finge Ela simplesmente flagra A menina morena Não olha, p...
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terça-feira, 23 de novembro de 2010
C O N T I G O
E mais, e mais...
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
É TEMPO
QUERO FICAR CONTIGO
sábado, 13 de novembro de 2010
VANGLÓRIA
Eu me tornei um observador vaidoso,
Ufano, assim eu sou por poder te observar.
Tendo o privilégio de poder enxergar,
Eu devo dar Graças a Deus. Eu te vejo!
Assim me orgulho de ter os teus braços
Macios, suaves, quentes, para me abraçar;
Otimista então, eu digo que te amo.
COMPETÊNCIA
Livre até certo ponto
O poeta pára, pensa e escreve
Livremente como disse Lennon:
You were trying to hide...
Mas, de que tentavas te esconder?
O enigma pode transparecer.
Uma liberdade repentina cresce,
Ronda tua mente, podes ver.
Agora a tua clareza transparece.
Livres pensamentos e atos
Enriquece tua personalidade,
Sem comparação à vil humanidade.
Sem preocupação com a frase de Lennon,
A importância é a tua idoneidade.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
NEGRAS MARCAS NA LOUCA SANIDADE
Hoje, sóbrio, eu te sinto pungente o meu âmago penetrar.
Ébrio, outrora, eram despercebidos teus passos lentos,
Lentos, mas, perfurantes, e tuas marcas vinhas deixar.
Inibidos, os meus passos circulavam o rastro teu;
Sem pistas, sem vestígios – um poeta em desalento,
Sem indício, sem sinal – perdido em verso breu...
Agora o alvo não é branco nesse claro esquecimento.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Boas Vindas
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Óvnis - Otários vermes nefastos identificados
TUA IMAGEM ESTÁ PRESENTE
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
sim-não-sem-dialética
UMA ROSA COMPLETA
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Pretérito Imperfeito do Indicativo
Quando dizias que me amavas,
Quando clamavas pra eu não partir,
Quando imploravas para fugirmos,
Quando insistias o meu sorrir...
Quando eu sabia que me esperavas,
Quando era óbvio o ir e vir,
Quando tudo incitava-nos a mentirmos,
Quando o correto seria desistir...
Teimosos insistíamos, irritávamos.
Impiedosos condenavam, sofríamos.
Invejosos julgavam – condenados!
Teimosos insistíamos, explodíamos.
Impiedosos condenavam, resistíamos.
Invejosos julgavam – desgraçados!



