Majal-San (Poesia e Prosa)
Poesia e Prosa
Majal-San (post.)
EXTERNO
Gostaria tanto de sentar-me Nessa cadeira incompleta E bruscamente sair-me Pelos olhos repletos de dúvidas. Lá de fora, de frente Ob...
Pincéis ausentes
Na parede, a pintura ainda imaginária, Manifesta o futuro ato inexplicável, E escarnece essa minha ação hilária... Causando reação afável ...
PRIMOGÊNITO
M esmo se o enfático tormento A dicione aos meus olhos opacos R anzinzas sentimentos tantos C entralizarei em ti essa visão única, U...
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Viva a Poesia!
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terça-feira, 7 de agosto de 2018
Mas, que maldade!
Teimoso que sou,
vim dar um alô.
Senti saudades.
Teimosa que és,
não disseste “yes”.
Que maldade!
Teimoso que sou,
continuo “bolor”.
Que insanidade!
Teimosa que és,
poeta aos pés.
Mas, que maldade!
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