Majal-San (Poesia e Prosa)
Poesia e Prosa
Majal-San (post.)
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Candura
De olhos vivos Observando o tempo, Inocente ao mundo, Sem saber quais são Os certos ou os errados. Pequenina e indefesa, ...
A lei
O breu cai. O branco cai. O verde amadurece, seca, e também cai, apodrece e se vai…
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sexta-feira, 23 de março de 2012
Entre A Noite E A Madrugada Saio Eu
Meus olhos ao relógio
Relógio à distância de mim
De mim levaste meus olhos
Dos olhos não lavaste as lágrimas
Os ponteiros tão distantes da noite
A noite tão distante de ti
De ti trago lembranças remotas
E remonto minhas peças
E rejunto meus caquinhos
Não refaço meu restinho.
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