Majal-San (post.)
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Gostaria tanto de sentar-me Nessa cadeira incompleta E bruscamente sair-me Pelos olhos repletos de dúvidas. Lá de fora, de frente Ob...
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Na parede, a pintura ainda imaginária, Manifesta o futuro ato inexplicável, E escarnece essa minha ação hilária... Causando reação afável ...
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M esmo se o enfático tormento A dicione aos meus olhos opacos R anzinzas sentimentos tantos C entralizarei em ti essa visão única, U...
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" Viva a Poesia! "
sábado, 15 de fevereiro de 2020
Alheios atos
Esses olhos que espionam
são as setas que persistem.
Esses dedos que apontam,
(cruéis punhais que insistem)
são os mesmos que afrontam
defensores que não resistem.
(Majal-San)
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020
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