Majal-San (post.)
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Gostaria tanto de sentar-me Nessa cadeira incompleta E bruscamente sair-me Pelos olhos repletos de dúvidas. Lá de fora, de frente Ob...
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Na parede, a pintura ainda imaginária, Manifesta o futuro ato inexplicável, E escarnece essa minha ação hilária... Causando reação afável ...
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M esmo se o enfático tormento A dicione aos meus olhos opacos R anzinzas sentimentos tantos C entralizarei em ti essa visão única, U...
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" Viva a Poesia! "
terça-feira, 29 de outubro de 2019
Nódoa cruel
Óleo preto
Petróleo
Preto óleo
Poluição
Surge
a sujeira sujeitando
indivíduos
limpos ou sujos
a
reféns do tal descaso
Preto óleo
Poluição
Óleo preto
Petróleo
Agoniza
a Natureza indefesa
nesse
golpe irresponsável tão fatal
aos
reféns da impureza
Petróleo
Óleo preto
Poluição
Preto óleo.
terça-feira, 22 de outubro de 2019
domingo, 6 de outubro de 2019
Natural (é de ninguém)
Chanel, Dior nem Armani...
Embrulha-se em molambos,
trapos e farrapos quando
eu falo o que sinto.
Minha Poesia não usa
Louis Vuitton, Gucci nem Prada...
Explicita-se em berros,
gritos e silêncio quando
mostra o sucinto.
Minha Poesia não é camuflada
em rebuscamento, em requinte...
Minha Poesia é tua, é nossa,
não é de ninguém.
Ela é espontânea, é momento, é real.
(Majal-San)
02 10 2019
Meu palco – tua mente
Não fora por isso que pulei fora
Não me conheces como pessoa
Posso ser o alvo para essa seta
Sabes que nem toda ave voa
Mas me conheces como poeta
Podem quebrar a minha asa
Porém infinito é o meu voo
Podem me jogar na árdua brasa
Mas a verdade em verso eu entoo
Não me conheces como humano
De um ponto a outro eu sou a reta
Não interessa a face atrás do pano
Pois a máscara cairá à hora certa
Podem tentar castrar os meus sonhos
Porém bom palhaço eu sempre serei
Farei outras vezes os meus risonhos
Pois nesse palco eu sempre estarei
Pulei fora não fora por isso.
(Majal-San)
01 06 2016
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